quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

domingo, 6 de janeiro de 2013

Les hirondelles croient aux anges des nuages
Jean Arp

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Mais uma carta

Estás sempre na vida dos meus dias: por causa das nuvens, das flores, das árvores, das casas com nomes, das folhas caídas nas ruas, dos sorrisos das crianças, de Queijas que se vê aqui de Caxias, das portagens de porto salvo... Hoje lembrei-me de ti porque me vesti de castanho e azul.

sábado, 27 de outubro de 2012

Um belo arco-íris

Na sexta-feira de manhã a caminho do trabalho

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Hoje ao entardecer
mas no outro dia estiveram assim:
ecomo o nevoeiro também é nuvem:

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

eu disse que era como uma carta

Tinha uma foto de nuvens de hoje para ti, mas isto não em está a deixar publicar, sabes que me lembro de ti,sempre,e dos teus, mesmo quando aqui não há nuvens ou palavras.Mas estão no meu coração.

domingo, 5 de agosto de 2012

Hoje andei de cabeça no ar, e pensei em ti, por isso tirei fotografia a nuvens que estavam a dançar, a uma que parecia o coelho apressado da Alice e ainda outra que brincava como jumbo o elefante voador, mas puff!!! não sei o que aconteceu ( ou não quero admitir a minha burrice) fiquei sem elas. deixo-te uma dos arquivos.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Hoje é mesmo uma carta

Querida Rute, Ouvi dizer que para a semana o sol vai brilhar e vai fazer imenso calor. Vou tentar, amanhã,tirar fotografias às nuvens que resistirem desta abrupta transição metereológica. Se não conseguir, peço-te desculpa.Sei que sabes que estás no coração da vida dos meus dias embora não estejas no calendário deles. Culpa minha eu sei. Mas também sei que me perdoas e aceitas. Quando penso em ti e quando vou ao que escreves, pergunto-me, às vezes, se não estou a resistir a um chamamento. Continuo a seguir a tua voz.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Havia um quarto por cima ,ao qual dávamos nome de soalho por não ser de terra batida mas de tábuas(...)Uma janela de alcapão, porque deixara há muito de funcionar, separava-me dessas noites frias e ermas. A ferrugem soldara-lhe em definitivo as dobradiças, e eu via toneladas de nuvens rasando essa janela barrenta, oxidada nos eixos já carcomidos. Lembro-me de às vezes ficar ali a contar nuvens e a imaginar-lhe as formas de coisas conhecidas. Umas pareciam-me com vacas deitadas nos pastos, por causa das patas flectidas e das cabeçorras obliquas. Outras muitas maiores eram casas navegantes ou navios encalhados, talvez mesmos mapas que iam fundir-se noutos mapas e formavam países fantasmas- numa espécie de dança, voo planado ou arraial sem ruídos. Se fosse hoje com o meu conhecimento do mundo, diria das nuvens desse tempo que seriam castelos, grandes mountains arrastando-se de norte para sul, ou rostos históricos que se mirassem não sem em que águas, mas decerto nos espelhos de ar que a gente espreita dentro dos aviões
João de Melo, Gente feliz com Lágriams

sábado, 2 de junho de 2012

"A pessimist sees only the dark side of the clouds, and mopes; a philosopher sees both sides, and shrugs; an optimist doesn't see the clouds at all - he's walking on them
. Leonard Louis Levinson"